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sábado, 19 de outubro de 2013

Os Portugueses vão andando


“Nem felizes, nem deprimidos. Os Portugueses vão andando”. Esta estupenda frase pode sem dúvida resumir o estado anímico do povo português, quando menos se considerarmos os dados do primeiro relatório Mundial de Felicidade, um estudo da Universidade de Colúmbia a petição da ONU e cujos resultados colocam a Portugal no número 73 (de um total de 156) de um ránking no topo do qual figuram Noruega, Suécia e Dinamarca. (Aqui pode ser consultada a informação completa do diário “Público”).

É indiscutível que Portugal conta com inúmeros fatores que poderiam fazer com que os portugueses fossem um dos povos mais felizes do Mundo. O seu clima, uma gastronomia inigualável, o caráter dos seus habitantes, algumas das cidades mais lindas de Europa e o mais importante: um dos dois melhores futebolistas do Mundo: Cristiano Ronaldo.

Sendo assim, a observação dos dados do relatório trazem consigo várias questões: Por que é que os portugueses não são felizes? É possível identificar algum responsável desta situação? E Ainda mais importante. É possível Portugal fazer alguma cosa para remediar a sua infelicidade?



O sociólogo Eduardo Correia aporta neste vídeo o seu análise do que ele qualifica como clima de “histerismo coletiva”. Apenas precisa de um minuto e médio para tirar uma conclusão e identificar os fatores (e as pessoas) responsáveis pela infelicidade portuguesa. Tenho a absoluta certeza de que a totalidade de nós concordaremos com ele na hora de assinalar quem é que são os responsáveis da infelicidade portuguesa (e da nossa própria)

Antes de verem o vídeo, podem tentar adivinhar qual é, segundo Eduardo Correia, a causa da infelicidade dos portugueses e por tanto dos espanhóis. Já viram que não é preciso que levemos a cabo um esforço muito grande.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

A espero do veredito

Haveria quem pensasse que o colega Pereira tinha sido morto o mesmo que tinha deixado o Português e aos seus colegas de aula. É claro que não foi assim. A verdade é que durantes estes dois últimos meses foi para mim impossível continuar a trabalhar no blogue embora eu gostaria de ter mantida a atividade.

Seja como for, após este "descanso", o blogue volta a estar ativo. Enquanto "O Camões..." ficava adormecido, muitas coisas aconteceram: a viagem da escola a Lisboa, o dia do centro (acho que a 10 de maio), o final das aulas e claro: os exames finais.

Neste ano, a nossa turma teve de afrontar as provas do nível intermédio. Si tiver de expressar a minha opinião pessoal (acho que partilhada pela maioria dos colegas9, as provas não foram muito difíceis e correram mais o menos bem. Quer isto dizer que a gente acha que vai a passar? É nesta altura que a melhor resposta pode ser o silêncio...


Dado que as provas tiveram lugar muito cedo (a 4 e 5 junho) e que as qualificaçoes vão ser publicadas a 20 de junho, todos estamos numa situação estranha. De alguma maneira nervosos  mas ao mesmo tempo tranquilos, quando menos até o dia 20 se aproximar.

De qualquer maneira, o mais importante é que este foi um ano muito bom para nós. De outro lado, a nossa e paciente professora, Ligia, já conseguir sobreviver a nove meses a dar aulas na nossa turma. Por tanto, acho que melhor do que pensar nas notas é lembrarmo-nos dos grandes momentos de este ano.


Por isso, e enquanto aguardamos o veredito, é  bom continuar a trabalhar Português mesmo que seja a través da música. Por isso, duas sugestões musicais foram incluídas nesta mensagem: a primeira, um dos últimos temas do António Zambujo. A segunda, uma dos do último lp dos Virgem Suta Aqueles que tiverem opção, tentem ouvir não só estes temas mas também os discos nos quais se incluem.

P.S. Já no dia 20 publicarei uma mensagem a falar dos resultados, sejam estes os que forem. Fica combinado e prometido.

sábado, 24 de março de 2012

Nas aulas: os pronomes.


Imagem na flickr do


Nestas duas últimas semanas, andamos a revisar os pronomes pessoais. Este é um tema que a gente já tinha visto no ano passado mas... Eu não vou explicar por que mas seja como for, o professor Jorge achava que depois das provas era preciso revisá-lo.

Certamente, a gente tinha-o estudado mas para mi foi uma boa ideia. As ideias ficaram muito mais claras e por cima disso conhecemos aspetos novos e mesmo esquisitos do português.

Por exemplo, Vocês já sabiam que a língua lusa é a única indoeuropea que tem uma forma dos pronomes que se chama mesoclítica. Pronto, agora a pergunta é. Que quer dizer mesoclítica. Eu fez os meus apontamentos e alias pesquisei algumas páginas na Internet. Deixo-lhes tudo.
Se houver algum erro o vocês conseguissem outros recursos, peço-lhes para vocês fizeram-me-os chegar.

Mais outra vez, cumprimentos do colega Pereira.




quinta-feira, 8 de março de 2012

Até que a morte nos separe?

Anglo-indian wedding. En flickr bajo licencia CC
Acabaram já as provas de fevereiro e a gente voltou nesta semana para as aulas.
Para começarmos o trabalho da segunda parte do ano, um assunto mais do que interessante: as uniões. Não só as uniões e os casamentos mas também os novos tipos de família, as mudanças nas costumes e usos dos portugueses (número de filhos, idade para as mulheres ficarem grávidas...).
Na aula, a gente falou de tudo isto. Aliás, foi lido um texto que mostrava a permanência de algumas maneiras de pensar, acho que um pouco arcaicas acerca do casal, o divorcio e em geral, a vida das pessoas.
E claro, ao fim, este tema dirigiu-nós para uma das questões mais importantes na vida de qualquer pessoa: o amor. Más, isso para outro blogue.
Mais uma última cosa: a aula chegou para nós lermos algumos ditos portuguesas sobre este tema:
Quem casa, quer casa
Longe da vista, longe do coração
O amor é cego
Não há amor como o primeiro
Antes sozinho do que mal acompanhado.
Quando vocês lerem, podem decidir se concordam ou não como eles. Eu não vou dizer nada neste blogue.